A Árvore, desta vez, deu poemas de amor

A Árvore, desta vez, deu poemas de amor

…e não é que a árvore que dá poemas cresceu, floresceu e deu frutos novamente!

Desta vez, foram frutos com sabor a amor! E que linda está a nossa árvore! Foi tão bem regada que os seus frutos sabem, intensamente, a amor, paixão, carinho e muito respeito pelo outro.

Os frutos foram tantos que a árvore não pôde com todos e foi preciso pedir ajuda a um mural, que também ficou cheiinho de amor! A colheita foi tão grande porque foi bem regada com a inspiração dos alunos de português do 3º ciclo e do secundário.

E qual a razão para que da árvore brotassem poemas de amor? A resposta é simples: o dia 14 de Fevereiro, o dia de S. Valentim, e o amor ser um tema recorrente na literatura.

A visão e interpretação do amor, na literatura, variam de acordo com cada época, corrente literária e, claro, autor. Na Idade Média, nas cantigas de amor, o trovador confessa a sua angústia nascida de um amor não correspondido pela sua “senhor”. Por sua vez, nas cantigas de amigo, a donzela confessa o sofrimento provocado pelos desencontros com o seu amigo, às amigas, à mãe e até à própria natureza. No Renascimento, com Luís de Camões, o amor é sentido de modo paradoxal e antitético. Quem não conhece o belo soneto iniciado pelo verso “Amor é fogo que arde sem se ver”? No Romantismo, a novela Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco, é narrada uma das mais belas e sofridas histórias de amor. Na atualidade, são muitos os poetas que criam poemas sobre o amor. E alguns deles são os alunos da nossa escola!

Pensando já na próxima colheita, com outros frutos, a nossa árvore convida toda a comunidade educativa a acercar-se dela, a regá-la, levando-a a dar ainda mais poemas!

amor9

amor6amor10amor8

A representante do grupo 300,
Helena Maria Sebastiana