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Sócrates visita o Agrupamento de Escolas da Sé

socrates1O título é enganador. É deliberadamente enganador. Ainda que, em boa verdade, o Sócrates, o grego, aquele que foi acusado de corromper a juventude e de não respeitar os deuses da cidade [e depois condenado a beber taça com a cicuta], tenha, de alguma forma, vindo ao Agrupamento de Escolas da Sé - AES, no dia 16 de novembro. Devia ter vindo no dia 15, Dia Internacional da Filosofia, mas era, digamos, assim para o complicado. Depois não vale a pena pensar nisso porque o que importa verdadeiramente é que, não tendo vindo num dia, tenha, de alguma forma, vindo no dia a seguir. Confusos? Acredita-se que sim. Espera-se que sim. É que as palavras unem-se de facto para gerar frases que podem ser transparentes ou opacas, sem querer ou por querer. E ser opaco por querer é sempre coisa do pregador, como eloquentemente disse o Luís enquanto Padre António Vieira. E é coisa do pregador que se quer ver percebido um por cento e nunca cento por um. Claro que quem ouve pode sempre perceber, perceber assim-assim, ou nunca perceber. Mas será sempre assim porque pode, porque pode pouco, porque não pode ou porque alguém, o pregador, não quer que possa poder. Uma lástima para o próprio se não pode ou pode pouco, mas uma tragédia para todos se é por alguém, o pregador, querer que não possa poder. 

O perigo mora ao lado. Todos dizem, todos ouvem, todos sabem. Mora o perigo onde quem pensa sabe como se pensa bem e mal. Mas maior é o perigo se quem sabe pensar bem e mal, não se importa com os outros. Correção: importar, importa-se, mas apenas porque os outros são sempre meros meios e nunca fins. Ora, por causa deste tipo de perigo ou a propósito deste tipo de perigosos, o socrates2Professor Doutor Ludwig Krippahl, o Sócrates-de-serviço-no-Agrupamento-de-Escolas-da-Sé-no-dia-16-por-causa-de-15, fez soar as campainhas do Agrupamento, não por ser tempo de entrar e sentar, mas por ser tempo de pensar a arte de pensar mal. Veio de Lisboa para isso. Por causa disso. Da Universidade Nova de Lisboa. E para lá voltou depois de ouvir o Padre António Vieira e de dizer muitas coisas: que natural é pensar mal e não pensar bem; que pensar bem é coisa que exige esforço, coisa que se aprende, coisa que se treina, e coisa que é boa para o próprio e para todos (https://www.youtube.com/watch?v=4Tox5XKbRM4). Nós, os do Agrupamento, por cá continuamos. Mas agora com ouvidos provocados e cérebros massajados. Menos carne para canhão de pregadores que ficam contentes de si e nunca contentes dos outros. Porque agora sabemos melhor o que as coisas são, que nome têm e porque importam. Quer dizer, sabemos se quisermos, se estivermos atentos. E já não adianta dizer, como se encontra dito, “[s]e me fosse dado um dia, outra oportunidade”…  porque foi, não foi, Sócrates? Claro que foi, disse o Professor Ludwig. Obrigado e até um dia destes, dissemos nós, os que ficaram.

Vítor Oliveira

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